Trata-se de um software que captura os movimentos da caneta de um graffiteiro no momento em que ele está criando uma tag. O software então cria uma representação digital em três dimensões desses movimentos, com efeitos de partículas.
O resultado fica bem interessante e creio que possa ser aplicado a qualquer tipo de desenho. No vídeo abaixo, você pode ver uma sequência de tags capturadas por Roth, enquanto ele foi desenvolvendo o software:
Roth já usou o Graffiti Analysis 2.0 em um projeto de projeções em vários prédios e monumentos, que você pode ver aqui.
Já que estamos em ritmo de Halloween, mais uma música a cappella multitrack. A bola da vez foi a música tema dos Caça-Fantasmas, um dos filmes clássicos dos anos 80 e que pode ter seu terceiro filme a caminho.
Lembram do “Food Court Musical“, o flash mob musical criado pelos caras do Improv Everywhere, que transformou a praça de alimentação de um shopping center em uma cena de um musical?
Pois eles atacaram de novo. Dessa vez, o local escolhido foi um supermercado no bairro nova-iorquino Queens. Sensacional, mais uma vez.
É incrível a reação das pessoas. A melhor de todas é a velhinha estendendo o celular para que a pessoa do outro lado da linha escute.
Como sempre, no site tem todos os detalhes da ação e o making of.
Eu já tinha visto essa animação da Bam Studio a algum tempo e fiquei pensando muito sobre as técnicas utilizadas. E hoje vi que saiu o Making Of, imaginem só a minha empolgação.
Então, para vocês, um combo: Animação + Making Of
Ah! Dá uma olhada nos prêmios que a animação ganhou:
2008
• 1° lugar no XII Festival Nacional de Vídeo Imagem em 5 Minutos • Melhor Filme de Ficção Científica na Mostra Curtas Fantásticos • 3° Lugar na Categoria Vídeos Universitários no Anim!arte – VII Festival Brasileiro Estudantil de Animação. • Melhor Filme de Animação no Vitória Cine e Vídeo • Prêmio Especial do Júri no I Festival Internacional de Cinema de Animação de Pernambuco • 1° Lugar na Categoria da Animação no X Festival de Vídeo de Pernambuco
Incrível como a limitação, tecnologicamente falando, nos faz criar formas extremamente inusitadas para solucionar novos problemas. Uma dessas, é o chiptune, aqueles sons arcaicos dos videogames dos anos 80 e 90. Como exemplo, podemos ouvir as músicas do De-make de MegaMan, que em 2008 foi lançado o 9o da série no estilo totalmente 8bits já que os dois últimos jogos foram feitos para o Super Nintendo (16bits) e para o Sega Saturn/Playstation (32bits) respectivamente.
Antes de assistir um clipe musical em chiptune, veja o original para comparar depois:
Porém o mais interessante são as adaptações de músicas “comuns”, como esta do Scatman:
Stop motion sempre me agrada. E pensando bem a maioria tem um roteiro feliz, uma música feliz e uma idéia feliz. Não que isso seja um problema, mas quando nos deparamos com um stop motion que junta várias coisas temos a sensação de algo mais completo e mais bem produzido.
Vejam o exemplo abaixo. Há uma mistura de roteiro, fotos, pinturas e narração. Vendo um vídeo isolado do outro você já vai achar muito bom, porém a experiência fica mais completa quando se assiste os dois.
As semelhanças e diferenças é que fazem toda a diferença.
A criatividade não tem limites, nem credo, cor ou raça. Basta demonstrar algumas habilidades, encontrar a parceria perfeita e deixar fluir sentimentos, sensações e alguns conceitos muitas vezes implícitos em uma variedade de contextos.
A primeira animação colaborativa da dupla Blu e David Ellis mostrou o poder de uma criatividade ímpar, tendo como resultado 5 milhões de visualizações no Youtube em 2008.
No mais recente trabalho, intitulado COMBO, a dupla prova mais uma vez que para criatividade não existem obstáculos e sim caminhos cada vez mais abertos. Confira.