Entre os meses de julho e agosto, o Museu da Imagem e Som de SP recebe o projeto ROJO®NOVA. Uma mostra de cultura contemporânea, onde o processo criativo é evidenciado (o chamado Work in Progress), trazendo uma vasta carta de recursos tecnológicos, com muito experimentalismo e as mais recentes técnicas artísticas. Bonito de ver. Veja também:
A ROJO®
Partindo da ideia de oferecer um espaço para jovens artistas trabalharem livremente, em 2001 o espanhol David Quiles Guilló fundou a ROJO®, que hoje uma das mais ativas organizações culturais do mundo. Mais em: rojo-magazine.com
Pegue as principais construções do mundo. Reuna todas elas em um lugar reduzindo cada monumento 24 vezes. Parabéns, você acabou de construir o seu mini mundo.
Agora, se você acha que é muito empenho fazer uma coisa dessas, não se preocupe. Você pode conhecer 140 construções em proporções reduzidas no Mini Mundo de Gramado, no Rio Grande do Sul. O parque já tem 23 anos de história e tem uma muita coisa legal para ver.
O Coisa Semanal é grande fã da Galeria Lúdica e seus mega projetos, como o Mega Bazar Lúdica. Tive até o prazer de me apresentar com o Loop Le Monkey numa das edições. Em junho vai rolar mais um MBL, e hoje recebemos esse vídeo do Making of MBL, ótima trilha e edição bem cuidada. Se você não mora em Curitiba, quando passear por aqui vale conhecer também o espaço Galeria Lúdica, com loja, exposições, café-bistrô. É isso, gente, fiquem com o vídeo.
O steampunk é um sub-gênero da ficção científica. As histórias nesse estilo literário acontecem num passado imaginário e tecnologicamente precoce, como no filme “A Liga Extraordinária”, por exemplo. O ilustrador e cartunista belga Stephane Halleux sempre gostou de brincar com a cultura steampunk, criando objetos meio malucos, feitos de metal, couro, madeira e reciclados. Começou como hobby, mas com o tempo seus trabalhos foram ganhando mais reconhecimento. Suas invenções são cheias de detalhes que dão vida a seres bizarros!
O designer e ilustrador Alberto Cerriteño, da Cidade do México, diz que gosta de fazer suas obras ficarem boas usando as cores certas. Ele mora há muitos anos no Estados Unidos, mas sua arte ainda apresenta influências da arte mexicana. Seu último trabalho é inspirado no “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll. Uma história que parece estar em alta.
Dan Perjovschi é um artista romeno que resolveu fazer seu trabalho da forma mais simples possível . Apesar dessa simplicidade, sua obra é repleta de significados e sacadas geniais. Ele expressa sua opinião sobre o mundo atual de uma forma única: com desenhos de palito, que ele faz diretamente nas paredes de museus pelo mundo afora. Seu trabalho aborda temas como o meio ambiente, cultura e política. A impressão que dá é que ele desenha tudo o que temos vontade de gritar.
Flávio Damm gaúcho de nascimento e carioca de coração, 81 anos com 65 de profissão é um dos mais importantes e criativos fotógrafos brasileiros. Jornalista e documentarista viajou o Brasil e o mundo. Olhando com olhos de ver, como bem dizem os portugueses, fotografou em Preto&Branco (sua paixão) com paciência, ousadia, talento e ética o que a sua aguçada sensibilidade guiou.
Vale a pena conferir a exposição que está tendo lugar no Museu Oscar Niemeyer entre os dias 12 de novembro de 2009 a 28 de fevereiro de 2010 de terça a domingo entre as 10:00 até 18:00. A seleção de 80 fotos que o autor apresenta é uma aula sobre o olhar.
Dico Kremer/Nov 2009
Exposição Flávio Damm Museu Oscar Niemeyer 12/11/2009 a 28/02/2010 Terça a domingo, das 10h às 18h.
A Rua Inácio Lustosa (bem na esquina com a Rua Duque de Caxias), em Curitiba, virou o mais novo ponto de encontro de mentes criativas com o espaço multicultural Galeria Lúdica.
Encabeçado pelo pessoal do coletivo que leva o mesmo nome e organizador do famigerado Mega Bazar Lúdica, evento conhecido por descobrir, apoiar e divulgar trabalhos de novos designers, estilistas e artistas plásticos. Em um aconchegante espaço com mais de 300 m² divididos em escritório de criação, loja-conceitual, galeria de arte e café-bistrô, a Galeria Lúdica apresenta até março do ano que vem a mostra “Pratas da Casa”, sua exposição artística de inauguração. O conteúdo é um verdadeiro composto psico-vitamínico para fortificar a saúde de um circuito cultural que vem crescendo e se estabelecendo na cidade. Traz uma síntese do pensamento estético crítico desta geração. Nomes e linguagens reconhecidos tanto nas ruas, quanto nos circuitos oficiais da arte, – como Jorge Galvão, Juan Parada, Rimon Guimarães e André Mendes – ajudam a consolidar essa estrutura, coroados por acreditar numa proposta ousada, fundados na cooperação e diversidade.
A Galeria Lúdica é parada obrigatória para os antenados que estiverem em Curitiba.
Na sexta-feira chegaram nossos convites com as pulseiras de acesso. E no domingo da república lá estava um pedaço do Coisa Semanal circulando por um espaço muito interessante, bem localizado, fácil de estacionar (ponto importante em cidades como a nossa).
A esquina da Inácio Lustosa com Duque de Caxias ganhou uma vida nova, que pode ser percebida à distância por quem sobe a a rua. As cores fortes já avisam de longe que ali não se trata de um lugar qualquer metido a “moderninho”, ouvi em meio à multidão comparações com o tal Soho Batel. Não, nada disso. Ali tem força criativa autêntica, feita por pessoas que puseram a mão na massa. Um lugar cheio de intenções e vontades próprias, que vai abrigar criadores e criaturas de várias origens.
Só posso desejar vida longa e próspera à Galeria Lúdica. E ficamos no aguardo de mais convites, seja pra tocar ou pra expor.
A 5ª Bienal VentoSul ainda nem começou oficialmente, mas alguns artistas já estão trabalhando em suas obras, que farão parte da programação.
Um deles é Takafumi Hara, que traz para Curitiba a instalação “Sinais da Memória”. O local escolhido foi o Shopping Mueller, mais precisamente suas janelas. Funciona assim: o artista japonês convida voluntários a serem fotografados, depois as fotografias são passadas para uma folha cor-de-rosa, onde a própria pessoa pinta seu retrato. Hara ainda realiza uma pequena entrevista com o participante para extrair dele uma fala que represente sua essência. E essa frase é inserida ao lado da imagem, formando um painel com a memória da pessoa e, no todo, da cidade.
Hara começou ontem a receber os voluntários, e vai até quarta (dia 05). Parece divertido. Confira abaixo alguns lugares por onde a instalação já passou: