Parabéns para aqueles que superam desafios nos negócios em países menos “zoados” que nosso Brasil. Mas reinventar modelos de negócios por aqui e vencer é heróico. A jornalista Roberta Faria nos prova isso e dá uma lição a todo empreendedor que ouse reclamar das dificuldades da nossa terrinha.
Surpreenda-se com a história da revista Sorria, da editora Mol. O molde de publicação periódica tradicional foi jogado fora e repaginado com ideias novas e muita vontade de fazer acontecer. Se você já teve que levantar algo do zero em sua vida, prepare-se para se emocionar com a Sorria.
Em tempos de troca de cabeças na política é bom retomar alguma discussão sobre o famoso BRIC. Nós, o B desse bloco tão promissor e cheio de esperanças mágicas para o mundo, o que realmente representamos? Para onde queremos ir com nossa parte?
Veja a apresentação de João Paulo Cavalcanti, da Box 1824, na qual ele nos coloca várias questões que, com certeza, a maioria do Brasil nem saberia por onde começar a responder.
Concordo em muitos pontos com João Paulo, mas não acredito várias características positivas por ele apontadas sejam pertencentes a todas as mentes do país. A prova disso é que o TED, que existe desde 1984 é algo totalmente longe da capacidade de compreensão de meio Brasil analfabeto funcional.
Definitivamente, Inception ou A Origem, como resolveram chamar pra ficar mais atraente para o povão, não é um filme para mentes simples e acostumadas a ver novelas iguais há décadas. Christopher Nolan escreve e dirige um filme que, como em Dark Knight, faz você colar na poltrona do começo ao fim. Nolan usa uma fusão de ideias interessantes e complexas, mas sem deixar o interesse pela trama desandar.
Inception é daqueles filmes que se só usasse bons atores, mesmo que desconhecidos, seria memorável do mesmo jeito. Claro que talvez Nolan não teria conseguido o orçamento necessário pra realizar esse Inception de hoje. Poderia virar um filme para pseudointelectuais discutirem no bar, como os de David Lynch, que são obras que não incluem a massa como público.
Christopher Nolan consegue nos dar duas horas e meia de prazer, insanidade, visual fantástico, atuações invejáveis e cuidado extremo com detalhes que só uma produção milionária pode oferecer em abundância. O time de atores de 1ª linha é um bônus no pacote de Nolan. O jovem diretor, de apenas 40 anos, ainda tem muito a nos oferecer nas telas. Vida longa e próspera ao cara que deu a Batman o devido respeito.
Bônus:
Ouça o RapaduraCast #195 explora super bem a biografia de Nolan, com opiniões divergentes e comentários inteligentes sobre a filmografia do diretor.
Veja também uma entrevista bem interessante com os envolvidos em A Origem (odeio esse nome, parece coisa bíblica).
O livro de Jack Kerouac já ensaiou ir para os cinemas várias vezes, mas nunca deu certo. O diretor brasileiro Walter Salles aceitou o desafio e prometeu que dessa vez vai sair.
A história do livro gira em torno dos jovens Sal e Dean, que resolvem atravessar os Estados Unidos apenas pedindo carona. Ele foi uma grande influência para os jovens dos anos 60 e marcou uma grande revolução cultural, a Geração Beat. Jack Kerouac conseguiu mostrar o lado do sonho americano que ninguém conhecia.
No elenco já estão confirmados os atores Garrett Hedlund, Sam Riley, Kirsten Dunst, Kristen Stewart, Viggo Mostensen e Amy Adams.
O artista David Kassan, que pinta telas de pessoas em tamanho real, decidiu usar o IPad para fazer uma pintura com os dedos. O resultado surpreendente foi esse: