Jaqueline Roriz tira da reta e sai na boa, rindo de todos
Amigos da Rede Globo, mais uma vez os deputados riram da nossa cara. Dona Roriz saiu ilesa e nesse momento deve estar comemorando com um vinho bem caro, pago com o seu dinheiro. Saúde!

Amigos da Rede Globo, mais uma vez os deputados riram da nossa cara. Dona Roriz saiu ilesa e nesse momento deve estar comemorando com um vinho bem caro, pago com o seu dinheiro. Saúde!

Deixe seu comentário »Sem saber mais como agradar o povão americano, Barack Obama sai em turnê pelo país ex-triplo A ao estilo rock and roll. Com um investimento de US$ 1.100.000,00 (oriundo de um fundo especial para compra de veículos blindados para o governo), o novo black bus super power fucking road machine levará o grande líder pelas estradas americanas.
Envolto em segredos e mistérios sobre os features do “carrão”, somente o staff que acompanha Obama conhece o novo equipamento por dentro, para nós resta ver fotos e vídeos que surgirão pela internet. Especialistas em segurança e veículos especiais dizem que o tal ônibus aguenta ataques de armas pesadas, armas químicas, ovos, tortas e pedras, aguenta até o capeta cuspindo fogo sem arranhar a pintura deep black special dark. O Coisa Semanal ainda não foi informado oficialmente sobre nada, sabemos apenas que são duas unidades do veículo.
Boa viagem, Obama.
Deixe seu comentário »Um dos temas mais falados dessa semana é o filme “Quebrando o tabu“, que conta com a participação de ex-presidentes como Fernando Herique Cardoso, Jimmy Carter e Bill Clinton dividindo experiências fracassadas em suas políticas de combate às drogas. A polêmica maior, contudo, está em cima do apoio de FHC à descriminalização da maconha, uma mudança de princípios que chamou bastante atenção. Mas, segundo palavras dele, “só quem é burro não muda de opinião diante de fatos novos”.
Somado ao filme, a cidade de São Paulo foi palco da chamada “Marcha da Maconha“, no último dia 21. Manifestação esta que foi marcada pela violência policial que, com o argumento de que os participantes estariam incentivando e fazendo apologia ao uso da droga, usou balas de borracha e bombas de efeito moral na galera. Inconformados, eles organizaram a Marcha pela Liberdade no último dia 28, dessa vez para protestar a favor da liberdade de expressão.
Enfim. Maconha e outras drogas. Liberar, legalizar, descriminalizar, ou não?
Eu não sei. O ideal mesmo seria que essas coisas não existissem. Mas, como bem diz o trailer do filme, “algum dia o mundo já foi livre de drogas?”
Pois é. Parece que não.
Pensando nesse assunto eu lembrei da primeira vez que vi Tropa de Elite. No cinema, aquele climão de uma sala lotada de pessoas pasmas, pela qualidade do filme, pela força do Capitão Nascimento – o primeiro super-herói brasileiro – e pelas verdades ditas no filme. Mas o que me marcou mais no longa foi a cena em que o Capitão mais querido do Brasil sobe no morro e mata um coitado de um fogueteiro. Nessa cena, a equipe dele prende um grupo de jovens e começa a interrogá-los.
O “quem tava com a carga?” foi respondido por um dos meninos com “eu não sei, eu sou estudante”. O Capitão Nascimento pergunta, então, quem foi que matou aquele que estava caído. E o menino responde “foi um de vocês“. E aí vem a que, para mim, foi a melhor fala do filme, a melhor cena, e a moral de toda a história.
“Foi um de vocês é o caralho. Quem matou esse cara aqui foi você. É você que financia essa merda aqui. Seu merda. A gente vem aqui para desfazer a merda que você faz.” – NASCIMENTO, Capitão.
Lembra?
Triste, porém verdadeiro.
O negócio é que os que são a favor da descriminalização dizem que isso seria uma forma de combater a violência que cerca as drogas, já que isso meio que quebraria o negócio dos traficantes, e ninguém mais seria considerado criminoso por ser usuário – aliás, segundo o Dr. Dráuzio Varella, a classificação correta é “doente” e não “criminoso”, dado o fato de que o usuário tem uma dependência. Então, ele não deveria ser preso, mas sim internado.
E, já que ninguém vai parar de usar drogas, e a descriminalização PODE acabar com cenas como estas, então, a minha opinião é que assim seja.
Mas, claro, esta não pode ser uma medida isolada. Mas acho que seria um primeiro passo importante em uma longa história de mudanças.
Veremos.
1 Comentário »Há 20 anos, Dave Schweidenback criou a organização Pedals for Progress e começou a coletar bicicletas que os norte-americanos não usavam mais e mandá-las para países subdesenvolvidos. Acreditando que com a mobilidade as pessoas poderiam melhorar sua qualidade de vida, eles enviaram mais de 20 mil bicicletas só para a cidade de Rivas, na Nicarágua, uma das cidades mais pobres da América
E lá as transformações foram imensas. Para uma sociedade saída de ditadura militar e guerra civil e com uma economia destruída, as bicicletas foram o ponto de partida para que a pessoas lutassem contra a pobreza.
O exemplo de Rivas está sendo contado no documentário The Bicycle City, dirigido por Greg Sucharew. O filme está em fase de pós-produção, e só pelo trailer já dá pra ver como a bicicleta pode ser muito mais do que uma alternativa aos combustíveis fósseis.
Deixe seu comentário »No Brasil da festa sem fim, os parlamentares vão receber de você, contribuinte, iPhones 4 com planos sem limite para dados e voz. Na Indonésia, não sei quem paga a conta, mas um parlamentar deles, ao ser flagrado vendo pornografia em plena sessão, renuncia.
E aqui? O que vai acontecer quando descobrirmos que algum parlamentar emprestou o nosso iPhone para filhos, amantes e outros seres sem relação com o cargo público, para usar e abusar da mordomia do plano ilimitado que bancamos? Alguém vai renunciar? Duvido. A falta de respeito com o dinheiro público já virou doença crônica incurável.

Alguém pode explicar por que parlamentar tem que usar carrão legal da Toyota em vez de algum modelo super popular, carro do povo mesmo? Sim, essa é mais uma mordomia que esses nobres servidores ganharão de você, eleitor bondoso. E as moradias que você banca pra eles? Só coisa fina, apartamentos que passam bem longe do padrão Minha Casa Minha Vida. Pra que é que um parlamentar sério, que realmente esteja em Brasília a trabalho pelo povo, precisa de um apartamento de 200 metros quadrados? Não daria pra lotear esses apartamentos e fazer vários menores com uma metragem bem mais popular? Ao estilo dos pombais que os políticos adoram inaugurar pelo Brasil afora. Nossos colegas arquitetos poderiam dar várias sugestões de super aproveitamento de espaços. A ideia dos suecos para usar espaços coletivos nas cozinha e lavanderia também representaria algum respeito pelo nosso dinheiro. Tenho certeza de que não faltariam sugestões e contribuições, seria capaz até do Luciano Huck e Marcelo Rosenbaum darem uma força.
É, meu povo. São muitas perguntas sem respostas convincentes. Enquanto isso a banda segue e a festa não termina.
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